{"id":1006,"date":"2025-10-03T11:26:35","date_gmt":"2025-10-03T14:26:35","guid":{"rendered":"https:\/\/castelosdaluxuria.blog\/?p=1006"},"modified":"2025-10-03T11:26:35","modified_gmt":"2025-10-03T14:26:35","slug":"2wicky-a-sala-de-espelhos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/castelosdaluxuria.blog\/?p=1006","title":{"rendered":"2Wicky &#8211; A sala de espelhos"},"content":{"rendered":"<p>Oct\u00e1vio Mendes saiu da reuni\u00e3o de executivos da Singlife Sa\u00fade, sua companhia de planos de sa\u00fade, pontualmente \u00e0s 10h15 da manh\u00e3. O bilion\u00e1rio trajava uma camisa simples e um terno e cal\u00e7a social pretos. No caminho para sua Ferrari, o CEO de 42 anos, cabelos levemente esbranqui\u00e7ados, fulminava com seus olhos profundamente azuis os funcion\u00e1rios que para ele trabalhavam, como se fossem formigas trabalhando sob o sol e uma lupa.<\/p>\n<p>Todos o respeitavam. Todos o temiam. A arrog\u00e2ncia nele era not\u00f3ria, era alto, lindo e poderoso.<\/p>\n<p>Oct\u00e1vio teve o cuidado de colocar o celular no modo avi\u00e3o, as instru\u00e7\u00f5es do 2Wicky eram claras. S\u00f3 entra quem \u00e9 convidado. S\u00f3 sabe onde fica quem \u00e9 convidado. S\u00f3 sabe que existe\u2026 quem \u00e9 convidado.<\/p>\n<p>O 2Wicky ficava num bairro nobre, mas quem passasse na frente n\u00e3o ia notar o casar\u00e3o atr\u00e1s do muro gigante e as copas altas das \u00e1rvores. Era a primeira vez que Oct\u00e1vio ia, mas desde que o convite foi feito e aceito, as instru\u00e7\u00f5es para entrar eram claras, quase um ritual. Sabia que nenhuma porta seria aberta, que seria ignorado caso n\u00e3o o seguisse \u00e0 risca.<\/p>\n<p>No port\u00e3o de entrada, piscou o farol da Ferrari propositalmente quatro vezes. Alguns segundos de tens\u00e3o se seguiram, at\u00e9 que o port\u00e3o se abriu. Ali viu a vaga bem demarcada para apenas um carro grande, bem em frente \u00e0 porta do 2Wicky. Ele saiu do carro, se posicionou bem em frente \u00e0 c\u00e2mera de seguran\u00e7a, curvando levemente o corpo para que o broche de identifica\u00e7\u00e3o fosse visto. Aquele broche, com o logo com 2 e W estilizados, era a senha que realmente permitia a entrada.<\/p>\n<p>A porta se abriu\u2026 lentamente. E Oct\u00e1vio entendeu, devia entrar.<\/p>\n<p>Um longo corredor com ornamentos e gesso e piso de m\u00e1rmore at\u00e9 encontrar a mulher. Ela tinha cabelo chanel, olhos castanhos, rosto de atriz de cinema, mas se comportava de jeito misterioso.<\/p>\n<p>\u2013 Bem-vindo ao 2Wicky. \u2013 disse ela, com um sorriso enigm\u00e1tico.<\/p>\n<p>\u2013 Pelo que me disseram do clube, eu n\u00e3o imaginava que permitiriam uma c\u00e2mera apontando para quem entra. \u2013 protestou Oct\u00e1vio, logo de cara.<\/p>\n<p>A mulher riu de canto.<\/p>\n<p>\u2013 O senhor est\u00e1 aqui porque sabe exatamente onde est\u00e1. \u2013 disse a mulher, em tom confiante. \u2013 Isso n\u00e3o \u00e9 um lugar de servi\u00e7os, \u00e9 um clube, com regras.<\/p>\n<p>Oct\u00e1vio ficou sem rea\u00e7\u00e3o. N\u00e3o estava acostumado a ser contrariado. Nunca.<\/p>\n<p>\u2013 Se o senhor seguir as regras, n\u00e3o ter\u00e1 problemas\u2026 \u2013 continuou a mulher \u2013 mas se o senhor nos machucar\u2026<br \/>\nOct\u00e1vio entendeu a amea\u00e7a. Mas a ideia toda do clube, a natureza do convite, de quase pertencer a uma sociedade secreta, o fascinou e o fez estar ali. E j\u00e1 era tarde para desistir\u2026<\/p>\n<p>\u2013 Como vai funcionar? \u2013 perguntou Oct\u00e1vio.<\/p>\n<p>\u2013 Hoje, o senhor se chamar\u00e1 Tom. E vai entrar na sala de espelhos.<\/p>\n<p>\u2013 E o que \u00e9 a sala de espelhos? \u2013 perguntou Oct\u00e1vio.<\/p>\n<p>\u2013 Essa \u00e9 a gra\u00e7a do clube, Tom. \u2013 respondeu a mulher, como se flertasse com ele \u2013 n\u00e3o \u00e9 voc\u00ea que escolhe a fantasia, n\u00f3s escolhemos.<\/p>\n<p>Oct\u00e1vio, que agora era Tom, imaginou estar com aquela mulher bonita com ele numa sala de espelhos. N\u00e3o havia como ser ruim.<\/p>\n<p>\u2013 Qual \u00e9 sua safeword? \u2013 perguntou a mulher.<\/p>\n<p>\u2013 O que \u00e9 isso?<\/p>\n<p>\u2013 Se as coisas ficarem estranhas demais\u2026 \u2013 disse a mulher, deslizando os dedos em seu peito \u2013 e voc\u00ea quiser parar, voc\u00ea diz a safeword, e tudo para.<\/p>\n<p>Ela era t\u00e3o bonita, t\u00e3o sensual, que Tom se sentiu corajoso.<\/p>\n<p>\u2013 Eu n\u00e3o preciso.<\/p>\n<p>\u2013 Tem certeza?! \u2013 ela disse, em tom desafiador.<\/p>\n<p>\u2013 Um homem como eu\u2026 n\u00e3o chega aonde chega, sem correr riscos.<\/p>\n<p>A mulher pareceu ter gostado muito da resposta.<\/p>\n<p>Ela o segurou pelas m\u00e3os e o acompanhou at\u00e9 a porta.<\/p>\n<p>\u2013 U\u00e9, voc\u00ea n\u00e3o vem? \u2013 perguntou Tom antes de entrar.<\/p>\n<p>\u2013 Outro dia\u2026 hoje n\u00e3o \u00e9 comigo a sua fantasia.<\/p>\n<p>E Tom entrou na sala, como quem pulasse do avi\u00e3o de paraquedas, mas sem um paraquedas.<\/p>\n<p>******<\/p>\n<p>A primeira coisa que Tom viu foi v\u00e1rias vezes a pr\u00f3pria imagem refletida, reflexos dele, reflexos de reflexos. Os espelhos iam at\u00e9 o teto. Era dif\u00edcil dimensionar o tamanho real da sala, j\u00e1 que n\u00e3o se tinha a sensa\u00e7\u00e3o de profundidade.<\/p>\n<p>Ele andou pelo labirinto de espelhos at\u00e9 encontrar a bela jovem, loira de olhos verdes, alta e linda. Ela tinha um ar angelical, uma pinta charmosa no canto da boca do lado direito, o cabelo preso em um coque.<br \/>\nTom ficou encantado com aquela bela mo\u00e7a e seus reflexos, em uns a pinta estava do lado direito, em outros do lado esquerdo. At\u00e9 que ele viu um reflexo que n\u00e3o tinha a marca\u2026 n\u00e3o era reflexo, era outra garota. Id\u00eantica. A n\u00e3o ser pela pinta. Elas ficaram lado a lado, como se fossem de fato reflexo uma da outra. Elas vestiam um vestido todo branco, apenas os bra\u00e7os \u00e0 mostra, e sapatos pretos simples.<\/p>\n<p>\u2013 Ol\u00e1, Tom. \u2013 disse a primeira, com a pinta.<\/p>\n<p>\u2013 Ela \u00e9 Aurora, eu sou Celeste. \u2013 disse a outra.<\/p>\n<p>Oct\u00e1vio, agora Tom, n\u00e3o lembrava em sua vida de ver duas mulheres t\u00e3o incrivelmente bonitas em toda a sua vida, e ambas apareciam refletidas centenas de vezes naqueles pelos espelhos.<\/p>\n<p>Aurora e Celeste conduziram Tom para o labirinto at\u00e9 uma confort\u00e1vel poltrona, n\u00e3o havia nada de incomum nela, era marrom e tinha uma estrutura met\u00e1lica, n\u00e3o era luxuosa, era funcional.<\/p>\n<p>\u2013 O que prepararam pra mim? \u2013 questionou Tom. \u2013 Dois anjos, para me salvar?<\/p>\n<p>Elas olharam uma para a outra, deram um sorriso t\u00edmido.<\/p>\n<p>\u2013 Ou dois anjos\u2026 \u2013 disse Aurora \u2013 para se perder.<\/p>\n<p>\u2013 Depende do que quer fazer, Tom? Do que desejar?<\/p>\n<p>Tom se sentou, ainda tenso, estava fascinado com tanta graciosidade e beleza. Pensou se o prop\u00f3sito da din\u00e2mica n\u00e3o era mesmo aquele, contemplar toda aquela beleza angelical, para a corromper.<\/p>\n<p>\u2013 Eu estou no comando? \u2013 disse Tom, hesitante. \u2013 Eu posso pedir o que quero que voc\u00eas fa\u00e7am?<\/p>\n<p>\u2013 Sim \u2013 respondeu Celeste \u2013 Pode desejar e n\u00f3s faremos.<\/p>\n<p>\u2013 Cuidado com o que deseja \u2013 disse Aurora \u2013 Exatamente o que pedir\u2026 pode se realizar.<\/p>\n<p>Tom sorriu de orelha a orelha. At\u00e9 se beliscou, para garantir que n\u00e3o sonhava. Ele ia pedir\u2026 ele n\u00e3o tinha pressa.<\/p>\n<p>\u2013 Queria ver como voc\u00eas ficam\u2026 com os cabelos soltos.<\/p>\n<p>Aurora e Celeste se entreolharam com confian\u00e7a. Elas se encaravam, mas os reflexos delas olhavam para Tom sentado na poltrona, nos olhos. Primeiro, Celeste desfez o coque de Aurora, soltando o cabelo loiro da irm\u00e3 que ia at\u00e9 a metade das costas. Em seguida, Aurora fez o mesmo. Os cabelos soltos real\u00e7avam ainda mais a beleza delas. Tom ficou boquiaberto.<\/p>\n<p>\u2013 O que mais? \u2013 disse Celeste.<br \/>\n\u2013 O que tem embaixo desses vestidos?<\/p>\n<p>Sem cerim\u00f4nia, as duas desabotoaram os pr\u00f3prios vestidos, e ambas por baixo vestiam elegantes lingeries pretas semitransparentes, revelando seus belos corpos.<\/p>\n<p>Aurora fitava Tom pelo reflexo, o encarando diretamente nos olhos. Aquela imagem arrepiava todos os pelos do corpo. Pareceu por um momento que estava acariciando o rosto da irm\u00e3, mas ela apenas acariciava o pr\u00f3prio reflexo em um dos espelhos.<\/p>\n<p>\u2013 Vamos s\u00f3 ficar brincando disso? \u2013 disse Celeste ao ouvido de Tom, dando um susto.<\/p>\n<p>\u2013 Voc\u00eas disseram que eu estava no comando. \u2013 protestou Tom.<\/p>\n<p>\u2013 E est\u00e1. \u2013 disse Aurora, se livrando da lingerie, ficando completamente nua.<\/p>\n<p>\u2013 \u00c9 isso exatamente o que quer \u2013 Celeste seguiu, fazendo o mesmo.<\/p>\n<p>Agora ambas estavam nuas, os seios eram m\u00e9dios, firmes, com bicos que apontavam para o c\u00e9u. As cinturas estreitas desenhavam linhas suaves at\u00e9 os quadris, de onde as pernas se alongavam como colunas lisas e sem pressa. A pele de ambas era clara e refletia a luz com um brilho quase de porcelana. Os ventres planos se moviam a cada respira\u00e7\u00e3o. Tom nem sabia para o que olhar, se para elas, se para os reflexos que a faziam ver por todos os \u00e2ngulos.<\/p>\n<p>\u2013 Fique em p\u00e9, Tom. \u2013 disse Celeste. \u2013 As coisas est\u00e3o muito desequilibradas aqui.<\/p>\n<p>Tom ficou de p\u00e9. Aurora se encarregou de sensualmente desabotoar sua camisa, deslizando os dedos pelo seu dorso. Celeste se encarregou das cal\u00e7as e da cueca. Agora tamb\u00e9m estava nu, o pau nunca esteve t\u00e3o duro.<\/p>\n<p>N\u00e3o sabia para onde olhar: para a beleza incr\u00edvel das g\u00eameas ou para a pr\u00f3pria ere\u00e7\u00e3o multiplicada em dezenas de reflexos. O ar parecia mais quente, cheirava a perfume doce misturado ao seu suor. Um ligeiro tremor percorreu suas pernas; a vertigem o fez sentar novamente, como se estivesse prestes a cair num po\u00e7o de espelhos.<\/p>\n<p>Pensou ver novamente as g\u00eameas se acariciando, reparou nos rostos sem as pintas, era Celeste, brincando com o pr\u00f3prio reflexo no espelho. Distra\u00eddo, sentiu os l\u00e1bios de Aurora encostarem sua glande, o pau pulsou, foi quando viu a bela mulher chupando seu pau.<\/p>\n<p>\u2013 Isso \u00e9 perfeito demais \u2013 disse Tom.<\/p>\n<p>Celeste se ajoelhou ao lado da irm\u00e3, tomando o pau de Tom tamb\u00e9m para ela. Era como se visse a mesma mulher em reflexo, s\u00f3 a pinta acima da boca de Aurora as distinguia.<\/p>\n<p>\u2013 Est\u00e1 gostando? Tom? \u2013 questionou Aurora, olhando diretamente nos olhos dele.<\/p>\n<p>\u2013 Acho que nem nos meus melhores sonhos\u2026 \u2013 disse Tom, sentindo a boca de Celeste engolindo o pau inteiro. \u2013 Voc\u00eas s\u00e3o fant\u00e1sticas!<\/p>\n<p>A resposta de Aurora n\u00e3o foi verbal. Ela se ergueu alta e linda, abriu espa\u00e7o, apontou a buceta para a dire\u00e7\u00e3o do pau de Tom.<\/p>\n<p>\u2013 N\u00e3o sou eu quem deveria escolher? \u2013 perguntou Tom. \u2013 Qual das duas ia querer primeiro?<\/p>\n<p>\u2013 N\u00e3o mais. \u2013 respondeu Aurora, sentando com a buceta melada em Tom de uma vez.<\/p>\n<p>Aurora sentou no pau e rebolou, era como se mastigasse o pau dele. Celeste se colocou \u00e0s costas de Tom, pelos reflexos era poss\u00edvel ver a beleza da sua bunda, ela mordiscava sua orelha. Em alguns momentos, elas se aproximavam com o rosto muito perto uma da outra, pareciam que iam se beijar.<\/p>\n<p>Tom acariciava com a m\u00e3o esquerda os peitos de Aurora, mas tamb\u00e9m ro\u00e7ava a m\u00e3o na pele de Celeste, que conseguia alcan\u00e7ar, queria sentir aquilo tudo. Era muita beleza, perfume, reflexos, n\u00e3o queria perder, n\u00e3o queria esquecer nada. Sentiu que estava prestes a gozar. De um jeito meio ego\u00edsta, ele n\u00e3o queria, n\u00e3o antes de experimentar as duas irm\u00e3s.<\/p>\n<p>\u2013 Voc\u2026 voc\u00eas. \u2013 disse Tom, gaguejando de tes\u00e3o \u2013 voc\u00eas podiam trocar\u2026<\/p>\n<p>Aurora parou meio a contragosto. N\u00e3o fez uma express\u00e3o muito feliz.<\/p>\n<p>\u2013 Claro, Major Tom \u2013 disse Celeste \u2013 o senhor est\u00e1 no comando.<\/p>\n<p>Celeste tomou o lugar de Aurora e Tom pode sentir a buceta da outra irm\u00e3. Aurora permaneceu ao lado deles, com uma express\u00e3o neutra. Tom a chamou para perto, se beijaram, enquanto Celeste quicava no colo dele, freneticamente.<\/p>\n<p>\u2013 Caralho, que del\u00edcia!!! \u2013 urrou Tom.<\/p>\n<p>Tom percebia que Aurora e Celeste mantinham uma dist\u00e2ncia segura. Sabia l\u00e1 Deus quando teria outra chance com g\u00eameas de novo. Ele podia estragar tudo, mas sentiu que precisava pedir.<\/p>\n<p>Antes que gozasse, pediu para Celeste sair do seu pau, a fez sentar na perna esquerda. Aurora permanecia em p\u00e9.<\/p>\n<p>\u2013 Mo\u00e7as, eu\u2026 eu\u2026 preciso pedir uma coisa\u2026<br \/>\nAurora j\u00e1 previa e come\u00e7ou a rir. Celeste encarava Tom e a irm\u00e3 com um olhar condescendente.<\/p>\n<p>\u2013 Voc\u00eas podiam\u2026 \u2013 continuou Tom, totalmente sem jeito. \u2013 Voc\u00eas entendem? Nem que fosse um selinho?<\/p>\n<p>\u2013 O que est\u00e1 pedindo, Tom, \u00e9 algo muito, muito safado. \u2013 respondeu Celeste, com um sorriso.<\/p>\n<p>Aurora e Celeste se olharam por alguns segundos, deliberando em sil\u00eancio sobre o pedido.<\/p>\n<p>\u2013 Podemos\u2026 \u2013 respondeu Aurora \u2013 Mas tem um pre\u00e7o.<\/p>\n<p>\u2013 Eu pago\u2026 \u2013 disse Tom, sem nem pensar \u2013 N\u00e3o importa o valor, eu pago.<\/p>\n<p>\u2013 N\u00e3o \u00e9 dinheiro. \u2013 disse Celeste.<\/p>\n<p>\u2013 \u00c9 equil\u00edbrio \u2013 complementou Aurora.<\/p>\n<p>\u2013 S\u00f3 far\u00edamos isso se perd\u00eassemos o controle \u2013 disse Celeste \u2013 s\u00f3 faremos se voc\u00ea estiver sob controle.<\/p>\n<p>Aurora deslizou a m\u00e3o por baixo da poltrona e puxou as algemas como quem tira um segredo do escuro. O metal frio brilhou na luz t\u00eanue dos espelhos. Tom sentiu um arrepio que subiu da espinha at\u00e9 a nuca \u2014 um aviso. Mas o pau latejou mais duro. Era parte da fantasia, dizia para si. Era s\u00f3 um clube. Que mal poderia fazer?<br \/>\nTom se rendeu, ergueu as m\u00e3os e Aurora as prendeu \u00e0 poltrona com as algemas. Quando percebeu, Celeste tinha feito o mesmo, mas prendendo os p\u00e9s nas pernas da poltrona.<\/p>\n<p>\u2013 Ei!! \u2013 disse Tom.<\/p>\n<p>\u2013 \u00c9 esse o acordo. \u2013 deixou claro Celeste.<\/p>\n<p>Tom se rendeu.<\/p>\n<p>As g\u00eameas se ajoelharam. Celeste acariciava o pau, enquanto Aurora alisava as pernas dele. Uma olhou firmemente para a outra e aproximaram as bocas. A expectativa de Tom s\u00f3 crescia. Elas se divertiam, indo e vindo, s\u00f3 olhando a rea\u00e7\u00e3o dele pelos espelhos.<\/p>\n<p>\u2013 Voc\u00ea n\u00e3o se lembra mesmo de mim?<\/p>\n<p>Tom n\u00e3o entendeu.<\/p>\n<p>\u2013 Voc\u00ea n\u00e3o se lembra mesmo de mim? Oct\u00e1vio? \u2013 Era a loira com a pinta, Aurora, falando.<\/p>\n<p>\u2013 Oct\u00e1vio\u2026 \u2013 disse Tom. \u2013 Por que est\u00e1 me chamando assim?<\/p>\n<p>\u2013 Oct\u00e1vio Mendes, CEO da Singlife \u2013 continuou Aurora, agora olhando diretamente para ele com express\u00e3o de desprezo e raiva.<\/p>\n<p>Oct\u00e1vio puxou as m\u00e3os, mas estava preso. O mesmo com os p\u00e9s\u2026 completamente preso \u00e0 poltrona.<\/p>\n<p>\u2013 Trabalhei pra voc\u00ea por tr\u00eas anos, seu filho da puta \u2013 continuou Aurora \u2013 Voc\u00ea nunca nem olhou na minha cara, me demitiu sem nem saber quem eu era.<\/p>\n<p>Oct\u00e1vio n\u00e3o sabia o que dizer. Ele realmente n\u00e3o enxergava os funcion\u00e1rios como pessoas, ent\u00e3o ela poderia ter passado despercebida.<\/p>\n<p>\u2013 Eu\u2026 eu\u2026 eu\u2026 sinto muito.<\/p>\n<p>\u2013 Sente muito, seu filho da puta! \u2013 gritou Aurora, se levantando.<\/p>\n<p>\u2013 Fernanda! Calma \u2013 disse Celeste. \u2013 Est\u00e1 estragando a brincadeira.<\/p>\n<p>\u2013 Ao contr\u00e1rio, irm\u00e3, agora que a brincadeira come\u00e7a.<\/p>\n<p>Aurora, agora Fernanda, agarrou o pau de Oct\u00e1vio e o enfiou na boca, raspava o dente no pau.<\/p>\n<p>Oct\u00e1vio olhava para Celeste, esperando que ela fizesse algo, explicasse algo.<\/p>\n<p>\u2013 Eu quero parar! \u2013 disse Oct\u00e1vio.<\/p>\n<p>\u2013 Voc\u00ea n\u00e3o cadastrou safeword \u2013 explicou Celeste.<\/p>\n<p>\u2013 Eu vou reclamar com a administra\u00e7\u00e3o desse lugar. \u2013 disse Oct\u00e1vio.<\/p>\n<p>Fernanda o segurou firme pelo pesco\u00e7o e, olhando firmemente nos olhos dele:<\/p>\n<p>\u2013 Primeiro, voc\u00ea vai ter que sair daqui.<\/p>\n<p>Fernanda agarrou a irm\u00e3 pela cintura e a beijou no rosto de um jeito intenso. Oct\u00e1vio estava com os olhos vidrados, tentava se soltar, talvez para fugir, talvez para participar.<\/p>\n<p>\u2013 Isso \u00e9 uma encena\u00e7\u00e3o?! \u2013 disse Oct\u00e1vio. \u2013 Voc\u00ea realmente trabalhou pra mim? Voc\u00ea \u00e9 Fernanda, e ela?<\/p>\n<p>Celeste soltou Fernanda e olhou firmemente para Oct\u00e1vio em tom de reprova\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u2013 Voc\u00ea realmente\u2026 n\u00e3o lembra de mim \u2013 disse Fernanda.<\/p>\n<p>Celeste se sentou no colo do bilion\u00e1rio, se esfregando no pau dele.<\/p>\n<p>\u2013 Pensou na possibilidade desse clube realizar as nossas fantasias? E n\u00e3o a sua? \u2013 provocou Celeste \u2013 Que n\u00f3s queremos prazer, controle, vingan\u00e7a\u2026<\/p>\n<p>\u2013 Eu demiti sua irm\u00e3\u2026 \u2013 tentava entender Oct\u00e1vio \u2013 e pra voc\u00ea, eu fiz o qu\u00ea?<\/p>\n<p>Celeste riu.<\/p>\n<p>\u2013 Me soltem\u2026 eu posso recontratar, pagar o que voc\u00eas quiserem.<\/p>\n<p>Celeste brincava com o pau duro de Oct\u00e1vio.<\/p>\n<p>\u2013 Quando minha irm\u00e3 disse que no clube acontecem coisas imposs\u00edveis, eu duvidei \u2013 continuou Celeste \u2013 e n\u00e3o \u00e9 que eles colocaram um bilion\u00e1rio bonit\u00e3o na nossa m\u00e3o?<\/p>\n<p>Para Celeste, havia algo de viciante em ter um homem daquele porte e poder, nu e algemado diante dela. N\u00e3o era s\u00f3 vingan\u00e7a da irm\u00e3; era tamb\u00e9m a sua fantasia secreta.<\/p>\n<p>Celeste agarrou as bolas de Oct\u00e1vio com vontade, exerceu certa press\u00e3o at\u00e9 sentir o bilion\u00e1rio reagir.<\/p>\n<p>\u2013 Ahhhrrrr. \u2013 Oct\u00e1vio, um grito de dor. Celeste sorri, satisfeita.<\/p>\n<p>Fernanda se aproxima, colocando o pau dele na boca, fazendo press\u00e3o moderada com os dentes. Oct\u00e1vio engole em seco, fecha os olhos, \u00e9 dolorido, mas \u00e9 prazeroso.<\/p>\n<p>\u2013 Agora n\u00e3o \u00e9 voc\u00ea quem est\u00e1 no controle, seu desgra\u00e7ado. \u2013 disse Celeste, deslizando com as unhas o dorso de Oct\u00e1vio.<\/p>\n<p>Fernanda tem agora o pau inteiro de Oct\u00e1vio na boca. Enquanto Celeste novamente segura firmemente suas bolas, Oct\u00e1vio fecha os olhos, estava algemado, vulner\u00e1vel.<\/p>\n<p>Fernanda e Celeste trocam olhares c\u00famplices. Celeste se senta no pau de Oct\u00e1vio, de costas pra ele. Fernanda come\u00e7a a lamber os mamilos. Ele v\u00ea seu destino pelos reflexos dos espelhos.<\/p>\n<p>Celeste quica no seu pau com vontade e tes\u00e3o, enquanto Fernanda chupa e morde seus mamilos. Oct\u00e1vio urra de dor. Oct\u00e1vio urra de tes\u00e3o.<\/p>\n<p>Oct\u00e1vio lava a buceta de Celeste de porra. Ofegante, ele ainda v\u00ea as g\u00eameas trocando um selinho em todos os espelhos, para seu deleite total.<\/p>\n<p>As duas caminham e somem pelos labirintos de espelhos, deixando Oct\u00e1vio ali, algemado, nu e sozinho. Contemplando a si mesmo em infinitos reflexos.<\/p>\n<p>*****<\/p>\n<p>\u2013 As duas eram as mulheres mais lindas que j\u00e1 vi na vida \u2013 disse Oct\u00e1vio, na sa\u00edda para a hostess. \u2013 Como posso v\u00ea-las de novo?<\/p>\n<p>\u2013 Voc\u00ea n\u00e3o est\u00e1 em um bordel \u2013 disse a hostess. \u2013 Se voc\u00ea quer um lugar que escolhe a experi\u00eancia e as mulheres, esse lugar n\u00e3o \u00e9 o 2Wicky.<\/p>\n<p>\u2013 Eu tenho muitas perguntas \u2013 disse Oct\u00e1vio. \u2013 Uma se chamava Fernanda, mas e a outra? A Fernanda realmente trabalhou pra mim? Aquilo foi encenado? Ou real?<\/p>\n<p>\u2013 Voc\u00ea n\u00e3o lembra se ela trabalhou pra voc\u00ea? \u2013 perguntou a hostess, em desafio.<\/p>\n<p>\u2013 Eu n\u00e3o reparo nos meus funcion\u00e1rios \u2013 respondeu Oct\u00e1vio com sinceridade. \u2013 Mas uma garota como aquela\u2026 eu acho que teria notado.<\/p>\n<p>\u2013 Uma mulher como aquela deve odiar n\u00e3o ser notada.<\/p>\n<p>\u2013 O que voc\u00ea sabe? \u2013 perguntou Oct\u00e1vio.<\/p>\n<p>\u2013 O que importa s\u00e3o as respostas que teve sobre voc\u00ea.<\/p>\n<p>Oct\u00e1vio pensou em protestar, exigir mais informa\u00e7\u00f5es, mas percebeu que n\u00e3o teria da hostess nenhuma informa\u00e7\u00e3o que queria. Pegou a chave da Ferrari, rumou para a porta de sa\u00edda.<\/p>\n<p>\u2013 At\u00e9 semana que vem. \u2013 disse.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Oct\u00e1vio Mendes saiu da reuni\u00e3o de executivos da Singlife Sa\u00fade, sua companhia de planos de sa\u00fade, pontualmente \u00e0s 10h15 da manh\u00e3. O bilion\u00e1rio trajava uma camisa simples e um terno e cal\u00e7a social pretos. No caminho para sua Ferrari, o CEO de 42 anos, cabelos levemente esbranqui\u00e7ados, fulminava com seus olhos profundamente azuis os funcion\u00e1rios que para ele trabalhavam, como se fossem formigas trabalhando sob o sol e uma lupa. Todos o respeitavam. Todos o temiam. A arrog\u00e2ncia nele era not\u00f3ria, era alto, lindo e poderoso. Oct\u00e1vio teve o cuidado de colocar o celular no modo avi\u00e3o, as instru\u00e7\u00f5es do 2Wicky eram claras. S\u00f3 entra quem \u00e9 convidado. S\u00f3 sabe onde fica quem \u00e9 convidado. S\u00f3 sabe que existe\u2026 quem \u00e9 convidado. O 2Wicky ficava num bairro nobre, mas quem passasse na frente n\u00e3o ia notar o casar\u00e3o atr\u00e1s do muro gigante e as copas altas das \u00e1rvores. Era a primeira vez que Oct\u00e1vio ia, mas desde que o convite foi feito e aceito, as instru\u00e7\u00f5es para entrar eram claras, quase um ritual. Sabia que nenhuma porta seria aberta, que seria ignorado caso n\u00e3o o seguisse \u00e0 risca. No port\u00e3o de entrada, piscou o farol da Ferrari propositalmente quatro vezes. Alguns segundos de tens\u00e3o se seguiram, at\u00e9 que o port\u00e3o se abriu. Ali viu a vaga bem demarcada para apenas um carro grande, bem em frente \u00e0 porta do 2Wicky. Ele saiu do carro, se posicionou bem em frente \u00e0 c\u00e2mera de seguran\u00e7a, curvando levemente o corpo para que o broche de identifica\u00e7\u00e3o fosse visto. Aquele broche, com o logo com 2 e W estilizados, era a senha que realmente permitia a entrada. A porta se abriu\u2026 lentamente. E Oct\u00e1vio entendeu, devia entrar. Um longo corredor com ornamentos e gesso e piso de m\u00e1rmore at\u00e9 encontrar a mulher. Ela tinha cabelo chanel, olhos castanhos, rosto de atriz de cinema, mas se comportava de jeito misterioso. \u2013 Bem-vindo ao 2Wicky. \u2013 disse ela, com um sorriso enigm\u00e1tico. \u2013 Pelo que me disseram do clube, eu n\u00e3o imaginava que permitiriam uma c\u00e2mera apontando para quem entra. \u2013 protestou Oct\u00e1vio, logo de cara. A mulher riu de canto. \u2013 O senhor est\u00e1 aqui porque sabe exatamente onde est\u00e1. \u2013 disse a mulher, em tom confiante. \u2013 Isso n\u00e3o \u00e9 um lugar de servi\u00e7os, \u00e9 um clube, com regras. Oct\u00e1vio ficou sem rea\u00e7\u00e3o. N\u00e3o estava acostumado a ser contrariado. Nunca. \u2013 Se o senhor seguir as regras, n\u00e3o ter\u00e1 problemas\u2026 \u2013 continuou a mulher \u2013 mas se o senhor nos machucar\u2026 Oct\u00e1vio entendeu a amea\u00e7a. Mas a ideia toda do clube, a natureza do convite, de quase pertencer a uma sociedade secreta, o fascinou e o fez estar ali. E j\u00e1 era tarde para desistir\u2026 \u2013 Como vai funcionar? \u2013 perguntou Oct\u00e1vio. \u2013 Hoje, o senhor se chamar\u00e1 Tom. E vai entrar na sala de espelhos. \u2013 E o que \u00e9 a sala de espelhos? \u2013 perguntou Oct\u00e1vio. \u2013 Essa \u00e9 a gra\u00e7a do clube, Tom. \u2013 respondeu a mulher, como se flertasse com ele \u2013 n\u00e3o \u00e9 voc\u00ea que escolhe a fantasia, n\u00f3s escolhemos. Oct\u00e1vio, que agora era Tom, imaginou estar com aquela mulher bonita com ele numa sala de espelhos. N\u00e3o havia como ser ruim. \u2013 Qual \u00e9 sua safeword? \u2013 perguntou a mulher. \u2013 O que \u00e9 isso? \u2013 Se as coisas ficarem estranhas demais\u2026 \u2013 disse a mulher, deslizando os dedos em seu peito \u2013 e voc\u00ea quiser parar, voc\u00ea diz a safeword, e tudo para. Ela era t\u00e3o bonita, t\u00e3o sensual, que Tom se sentiu corajoso. \u2013 Eu n\u00e3o preciso. \u2013 Tem certeza?! \u2013 ela disse, em tom desafiador. \u2013 Um homem como eu\u2026 n\u00e3o chega aonde chega, sem correr riscos. A mulher pareceu ter gostado muito da resposta. Ela o segurou pelas m\u00e3os e o acompanhou at\u00e9 a porta. \u2013 U\u00e9, voc\u00ea n\u00e3o vem? \u2013 perguntou Tom antes de entrar. \u2013 Outro dia\u2026 hoje n\u00e3o \u00e9 comigo a sua fantasia. E Tom entrou na sala, como quem pulasse do avi\u00e3o de paraquedas, mas sem um paraquedas. ****** A primeira coisa que Tom viu foi v\u00e1rias vezes a pr\u00f3pria imagem refletida, reflexos dele, reflexos de reflexos. Os espelhos iam at\u00e9 o teto. Era dif\u00edcil dimensionar o tamanho real da sala, j\u00e1 que n\u00e3o se tinha a sensa\u00e7\u00e3o de profundidade. Ele andou pelo labirinto de espelhos at\u00e9 encontrar a bela jovem, loira de olhos verdes, alta e linda. Ela tinha um ar angelical, uma pinta charmosa no canto da boca do lado direito, o cabelo preso em um coque. Tom ficou encantado com aquela bela mo\u00e7a e seus reflexos, em uns a pinta estava do lado direito, em outros do lado esquerdo. At\u00e9 que ele viu um reflexo que n\u00e3o tinha a marca\u2026 n\u00e3o era reflexo, era outra garota. Id\u00eantica. A n\u00e3o ser pela pinta. Elas ficaram lado a lado, como se fossem de fato reflexo uma da outra. Elas vestiam um vestido todo branco, apenas os bra\u00e7os \u00e0 mostra, e sapatos pretos simples. \u2013 Ol\u00e1, Tom. \u2013 disse a primeira, com a pinta. \u2013 Ela \u00e9 Aurora, eu sou Celeste. \u2013 disse a outra. Oct\u00e1vio, agora Tom, n\u00e3o lembrava em sua vida de ver duas mulheres t\u00e3o incrivelmente bonitas em toda a sua vida, e ambas apareciam refletidas centenas de vezes naqueles pelos espelhos. Aurora e Celeste conduziram Tom para o labirinto at\u00e9 uma confort\u00e1vel poltrona, n\u00e3o havia nada de incomum nela, era marrom e tinha uma estrutura met\u00e1lica, n\u00e3o era luxuosa, era funcional. \u2013 O que prepararam pra mim? \u2013 questionou Tom. \u2013 Dois anjos, para me salvar? Elas olharam uma para a outra, deram um sorriso t\u00edmido. \u2013 Ou dois anjos\u2026 \u2013 disse Aurora \u2013 para se perder. \u2013 Depende do que quer fazer, Tom? Do que desejar? Tom se sentou, ainda tenso, estava fascinado com tanta graciosidade e beleza. Pensou se o prop\u00f3sito da din\u00e2mica n\u00e3o era mesmo aquele, contemplar toda aquela beleza angelical, para a corromper. \u2013 Eu estou no comando? \u2013 disse Tom, hesitante. \u2013 Eu posso pedir o que quero que voc\u00eas fa\u00e7am? \u2013 Sim \u2013 respondeu Celeste \u2013 Pode desejar e n\u00f3s faremos. \u2013 Cuidado com o que deseja \u2013 disse Aurora \u2013 Exatamente o que pedir\u2026 pode se realizar. Tom sorriu de orelha a orelha. At\u00e9 se beliscou, para garantir que n\u00e3o sonhava. Ele ia pedir\u2026 ele n\u00e3o tinha pressa. \u2013 Queria ver como voc\u00eas ficam\u2026 com os cabelos soltos. Aurora e Celeste se entreolharam com confian\u00e7a. Elas se encaravam, mas os reflexos delas olhavam para Tom sentado na poltrona, nos olhos. Primeiro, Celeste desfez o coque de Aurora, soltando o cabelo loiro da irm\u00e3 que ia at\u00e9 a metade das costas. Em seguida, Aurora fez o mesmo. Os cabelos soltos real\u00e7avam ainda mais a beleza delas. Tom ficou boquiaberto. \u2013 O que mais? \u2013 disse Celeste. \u2013 O que tem embaixo desses vestidos? Sem cerim\u00f4nia, as duas desabotoaram os pr\u00f3prios vestidos, e ambas por baixo vestiam elegantes lingeries pretas semitransparentes, revelando seus belos corpos. Aurora fitava Tom pelo reflexo, o encarando diretamente nos olhos. Aquela imagem arrepiava todos os pelos do corpo. Pareceu por um momento que estava acariciando o rosto da irm\u00e3, mas ela apenas acariciava o pr\u00f3prio reflexo em um dos espelhos. \u2013 Vamos s\u00f3 ficar brincando disso? \u2013 disse Celeste ao ouvido de Tom, dando um susto. \u2013 Voc\u00eas disseram que eu estava no comando. \u2013 protestou Tom. \u2013 E est\u00e1. \u2013 disse Aurora, se livrando da lingerie, ficando completamente nua. \u2013 \u00c9 isso exatamente o que quer \u2013 Celeste seguiu, fazendo o mesmo. Agora ambas estavam nuas, os seios eram m\u00e9dios, firmes, com bicos que apontavam para o c\u00e9u. As cinturas estreitas desenhavam linhas suaves at\u00e9 os quadris, de onde as pernas se alongavam como colunas lisas e sem pressa. A pele de ambas era clara e refletia a luz com um brilho quase de porcelana. Os ventres planos se moviam a cada respira\u00e7\u00e3o. Tom nem sabia para o que olhar, se para elas, se para os reflexos que a faziam ver por todos os \u00e2ngulos. \u2013 Fique em p\u00e9, Tom. \u2013 disse Celeste. \u2013 As coisas est\u00e3o muito desequilibradas aqui. Tom ficou de p\u00e9. Aurora se encarregou de sensualmente desabotoar sua camisa, deslizando os dedos pelo seu dorso. Celeste se encarregou das cal\u00e7as e da cueca. Agora tamb\u00e9m estava nu, o pau nunca esteve t\u00e3o duro. N\u00e3o sabia para onde olhar: para a beleza incr\u00edvel das g\u00eameas ou para a pr\u00f3pria ere\u00e7\u00e3o multiplicada em dezenas de reflexos. O ar parecia mais quente, cheirava a perfume doce misturado ao seu suor. Um ligeiro tremor percorreu suas pernas; a vertigem o fez sentar novamente, como se estivesse prestes a cair num po\u00e7o de espelhos. Pensou ver novamente as g\u00eameas se acariciando, reparou nos rostos sem as pintas, era Celeste, brincando com o pr\u00f3prio reflexo no espelho. Distra\u00eddo, sentiu os l\u00e1bios de Aurora encostarem sua glande, o pau pulsou, foi quando viu a bela mulher chupando seu pau. \u2013 Isso \u00e9 perfeito demais \u2013 disse Tom. Celeste se ajoelhou ao lado da irm\u00e3, tomando o pau de Tom tamb\u00e9m para ela. Era como se visse a mesma mulher em reflexo, s\u00f3 a pinta acima da boca de Aurora as distinguia. \u2013 Est\u00e1 gostando? Tom? \u2013 questionou Aurora, olhando diretamente nos olhos dele. \u2013 Acho que nem nos meus melhores sonhos\u2026 \u2013 disse Tom, sentindo a boca de Celeste engolindo o pau inteiro. \u2013 Voc\u00eas s\u00e3o fant\u00e1sticas! A resposta de Aurora n\u00e3o foi verbal. Ela se ergueu alta e linda, abriu espa\u00e7o, apontou a buceta para a dire\u00e7\u00e3o do pau de Tom. \u2013 N\u00e3o sou eu quem deveria escolher? \u2013 perguntou Tom. \u2013 Qual das duas ia querer primeiro? \u2013 N\u00e3o mais. \u2013 respondeu Aurora, sentando com a buceta melada em Tom de uma vez. Aurora sentou no pau e rebolou, era como se mastigasse o pau dele. Celeste se colocou \u00e0s costas de Tom, pelos reflexos era poss\u00edvel ver a beleza da sua bunda, ela mordiscava sua orelha. Em alguns momentos, elas se aproximavam com o rosto muito perto uma da outra, pareciam que iam se beijar. Tom acariciava com a m\u00e3o esquerda os peitos de Aurora, mas tamb\u00e9m ro\u00e7ava a m\u00e3o na pele de Celeste, que conseguia alcan\u00e7ar, queria sentir aquilo tudo. Era muita beleza, perfume, reflexos, n\u00e3o queria perder, n\u00e3o queria esquecer nada. Sentiu que estava prestes a gozar. De um jeito meio ego\u00edsta, ele n\u00e3o queria, n\u00e3o antes de experimentar as duas irm\u00e3s. \u2013 Voc\u2026 voc\u00eas. \u2013 disse Tom, gaguejando de tes\u00e3o \u2013 voc\u00eas podiam trocar\u2026 Aurora parou meio a contragosto. N\u00e3o fez uma express\u00e3o muito feliz. \u2013 Claro, Major Tom \u2013 disse Celeste \u2013 o senhor est\u00e1 no comando. Celeste tomou o lugar de Aurora e Tom pode sentir a buceta da outra irm\u00e3. Aurora permaneceu ao lado deles, com uma express\u00e3o neutra. Tom a chamou para perto, se beijaram, enquanto Celeste quicava no colo dele, freneticamente. \u2013 Caralho, que del\u00edcia!!! \u2013 urrou Tom. Tom percebia que Aurora e Celeste mantinham uma dist\u00e2ncia segura. Sabia l\u00e1 Deus quando teria outra chance com g\u00eameas de novo. Ele podia estragar tudo, mas sentiu que precisava pedir. Antes que gozasse, pediu para Celeste sair do seu pau, a fez sentar na perna esquerda. Aurora permanecia em p\u00e9. \u2013 Mo\u00e7as, eu\u2026 eu\u2026 preciso pedir uma coisa\u2026 Aurora j\u00e1 previa e come\u00e7ou a rir. Celeste encarava Tom e a irm\u00e3 com um olhar condescendente. \u2013 Voc\u00eas podiam\u2026 \u2013 continuou Tom, totalmente sem jeito. \u2013 Voc\u00eas entendem? Nem que fosse um selinho? \u2013 O que est\u00e1 pedindo, Tom, \u00e9 algo muito, muito safado. \u2013 respondeu Celeste, com um sorriso. Aurora e Celeste se olharam por alguns segundos, deliberando em sil\u00eancio sobre o pedido. \u2013 Podemos\u2026 \u2013 respondeu Aurora \u2013 Mas tem um pre\u00e7o. \u2013 Eu pago\u2026 \u2013 disse Tom, sem nem pensar \u2013 N\u00e3o importa o valor, eu pago. \u2013 N\u00e3o \u00e9 dinheiro. \u2013 disse Celeste. \u2013 \u00c9 equil\u00edbrio \u2013 complementou Aurora. \u2013 S\u00f3 far\u00edamos isso se perd\u00eassemos o controle \u2013 disse Celeste \u2013 s\u00f3 faremos se voc\u00ea estiver sob controle. Aurora deslizou a m\u00e3o por baixo da poltrona e&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":1008,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"iawp_total_views":56,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[611],"tags":[],"class_list":["post-1006","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-luxuria-poder"],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/castelosdaluxuria.blog\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/imagem_2025-10-03_112005986-e1759501368674.png","jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/castelosdaluxuria.blog\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/1006","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/castelosdaluxuria.blog\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/castelosdaluxuria.blog\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/castelosdaluxuria.blog\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/castelosdaluxuria.blog\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=1006"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/castelosdaluxuria.blog\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/1006\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1009,"href":"https:\/\/castelosdaluxuria.blog\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/1006\/revisions\/1009"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/castelosdaluxuria.blog\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/1008"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/castelosdaluxuria.blog\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=1006"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/castelosdaluxuria.blog\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=1006"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/castelosdaluxuria.blog\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=1006"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}